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23 de ago de 2016

Mitos e verdades sobre o comportamento dos cães com a chegada do bebê

A chegada de um bebê, sem dúvida, modifica toda a rotina da família. Não apenas com os preparativos, durante o período de espera, mas principalmente após recebê-lo. Afinal, os cuidados e atenção se voltam totalmente para o bebê. Todas essas mudanças podem ser ainda mais delicadas quando há cães em casa.

Muitos tutores ficam preocupados com a reação dos cães com a chegada do bebê, pois todo o ambiente será adaptado e é natural que os animais percebam a alteração na rotina. Assim, temendo um comportamento agressivo dos cães, pois alguns demonstram depressão e ciúmes. Sentimentos que, às vezes, não são tratados da forma correta. Para esclarecer as dúvidas e tornar esse processo mais saudável, o zootecnista e especialista em bem-estar animal, Renato Zanetti, separou alguns mitos e verdades para ajudar os tutores a agirem da melhor maneira durante essa nova fase.



Mitos e verdades sobre o comportamento dos cães com a chegada do bebê

1. Cães sentem ciúmes

VERDADE (é um sentimento próximo ao ciúme). ‘Potencial de reter recursos’, este é o nome correto para este sentimento. O cão gosta de determinados objetos ou pessoas e vai fazer tudo para retê-los. O tutor é um recurso que vale a pena.


2. Cães ficam agressivos com a chegada do bebê

MITO. O cão não ‘se torna’ agressivo porque há um novo integrante na família. Se a chegada do bebê não tiver sido bem planejada, ele pode ficar frustrado, entediado, ansioso, apreensivo com a nova situação, emoções que podem ser confundidas com agressividade.


3. Cães podem chamar a atenção com a chegada do bebê

VERDADE. Ao perceber que a atenção (que antes era destinada exclusivamente ao cão) está sendo transferida para o bebê, o cão pode tentar resgatar esta atenção. Ele se valerá de comportamentos que realmente dão certo: latir, uivar, pular, etc. Pois, nestas situações, certamente os pais irão interagir com ele.


4. Cães sabem que na casa há um novo integrante

VERDADE. Não adianta disfarçar. Os cães sabem (pelo cheiro, pelos barulhinhos do bebê e pelo comportamento diferente dos pais) que há algo novo no ambiente. O melhor que se tem a fazer é agir de forma natural.


5. Cães e bebês podem ser grandes amigos

VERDADE. Não é porque o cão perderá o reinado que ele não terá um bom convívio com o bebê. Ambos podem se tornar excelentes amigos. Há muitos mais relatos de amizade entre cães e filhos do que o oposto.


6. Devo mostrar o bebê ao cão logo no 1º dia

MITO. Vá com calma. Se for possível, perfeito. Se a situação ainda não estiver sob controle, deixe o cão entender melhor o que está acontecendo. Preocupe-se mais em criar situações positivas para o cão com a presença do bebê, do que colocá-los juntos logo no 1º dia.


7. Cachorro mimado sofre mais quando perde p status de "filho único"

VERDADE. O cão perdeu o status de preferido da casa. Não porque sua família não tem mais interesse pelo cão. Simplesmente porque os pais precisam dividir o tempo disponível com o bebê, que demanda atenção em tempo integral.


8. Posso deixar meu bebê sozinho com meu cão, pois já são amigos

MITO. Jamais deixe uma criança sem a supervisão de um adulto junto de um cão. O comportamento da criança pode ser imprevisível (puxar o rabo, apertar as orelhas, etc) em situações nas quais seu cão ainda não fora ‘testado’.


9. Devo ensinar meu cão a ser mais independente e a ficar sozinho

VERDADE. Não é sinal de falta de amor ensinar independência ao cão. É torná-lo apto para sua inserção num ambiente humano. Com um bebê em casa, o tempo dos pais estará quase que exclusivo aos cuidados de banho, alimentação, descanso e, ainda, suas atividades domésticas.


10. Mostrar roupinhas e objetos do bebê ajuda no processo de adaptação

VERDADE. Excelente atitude! Mostrar o carrinho do bebê, deixar o cão cheirar as roupinhas, permitir que ele tenha acesso aos brinquedos e outros objetos diminuem a curiosidade do cão a estes pertences que passam a ser normais na rotina da casa.


11. Preciso dessensibilizar o cão ao toque (orelha, rabo, patas etc)

VERDADE. Quando a criança estiver em fase de engatinhar ou andar, ela tenderá a se apoiar no cão. Ou, mesmo brincando e sem intenção de machucar, ela poderá puxar os pelos do cão. É necessário que ele já esteja acostumado a este tipo de toque.

Renato Zanetti é zootecnista e especialista em bem-estar animal, fundador da Dog Solution.

5 de ago de 2016

Livro: Missão Valores Olímpicos

O livro “Missão Valores Olímpicos” é uma obra destinada ao público infantil. Nele é contada um pouco da história dos Jogos Olímpicos desde a Antiguidade e da Era Moderna, curiosidades sobre a participação brasileira nos Jogos, porém o foco central são os valores olímpicos. 



Organizado como uma fonte de informação, professores e alunos têm a possibilidade de exercitar o conhecimento sobre o tema e se divertir! Amizade, coragem, determinação, excelência, igualdade, inspiração e respeito vão nortear o caminho de todos os amantes do esporte. 

Publicado pela Editora Laços, o livro “Missão Valores Olímpicos” tem 30 páginas e poderá ser usado por professores como material didático ou como uma deliciosa leitura em família. Concebido por Katia Rubio, Natália Kohatsu Quintilio e Juliana Rodrigues Marconi terá a primeira edição gratuita e em breve estará disponível em formato e-book.

28 de jul de 2016

Wendy´s ótima opção para lanchar com as crianças.

A Wendy´s, terceira maior companhia de fast food do mundo, abriu duas lojas em São Paulo. Eu fui fazer uma visita, na da Avenida Juscelino Kubitschek. Provei algumas delícias e vi de perto a marca registrada da rede, o  hambúrguer quadrado. O ambiente é bastante agradável e o melhor tem um espaço incrível para divertir crianças de todas as idades (mesmo aquelas maiores, assim perto dos 45 anos...)!

Wendy's JK

O restaurante tem 630m², em dois pavimentos, com capacidade para 148 lugares, tem acesso para cadeirante e o espaço está preparado para acolher desde quem vai sozinho, que pode usar uma das mesas comunitárias, até grupos de amigos e famílias que podem se acomodar em confortáveis poltronas.

Você faz o pedido na entrada, recebe um bip e seu pedido é entregue na mesa, em pratos, sem bandeja, nem caixinhas de papel. O copo do refrigerante é de vidro. Experiência diferente das redes de fast-food que estamos acostumados.

Cardápio Wendy´s

O cardápio é variado com diversas opções de sanduíches e traz os seus Best-sellers ao país, como Bacon Cheeseburger, Baconator, feitos com 100% carne de Angus Brasileiro, que levam o selo do Programa Carne Angus Certificada. Você pode escolher entre três opções de pães: francês, gergelim ou integral, e são servidos com as batatas fritas num charmoso copo de alumínio. Além disso, o cardápio tem sanduíches de frango, saladas preparadas na hora, o delicioso Chilli e o Frosty de Doce de Leite. Por aqui, a Wendy's vai oferecer a cerveja Budweiser long neck; além de sucos, refrigerantes da Coca-Cola e chás, em tamanhos pequenos e grandes; todos nas versões tradicionais ou light.

Quem preferir algo ainda mais rápido tem o Wendy´s Café, servindo pão de queijo, pão na chapa – tradicional e integral – além de lanches rápidos como misto quente e mineirinho (queijo branco com tomate e orégano, no pão francês), que acompanham bebidas quentes, a base do Café do Centro, como o espresso, capuccino, café macchiato e late. Para quem preferir, há várias opções de doces, como tortas, folhados, brownies e cheesecake.

Pedi um Cheeseburger Deluxe e chilli cheese fries, deliciosos! Meu marido provou e aprovou o Burger Bacon & Blue, com gorgonzola de verdade (como ele disse!). Faço apenas duas ressalvas. A primeira foi que pedimos uma batata grande pensando que serviria duas pessoas, que de fato é grande, mas seria melhor pedir individualmente. A segunda é que se o pagamento fosse na saída teríamos comido mais! Coisa de principiante, na próxima vez estaremos preparados! 

Embora seja possível fazer refeições mais saudáveis, comer hambúrger e batata frita uma vez o outra não faz mal à ninguém! 


Game Room: as crianças (e você) vão adorar!

Video-game, mesa de pebolim, espaços para desenhar, tudo muito colorido e aconchegante para agradar crianças de todas as idades.


Os papais mais preocupados ou grupos de amigos podem ocupar uma das mesas que existem no espaço e ficar bem pertinho da diversão.


Papel "infinito" para desenhar e canetinhas coloridas prontas para serem usadas pelos artistas de plantão!


E não é que teve gente que aproveitou pra cortar uma tira enorme de papel para deixar sua marca? Alice, Duda e Bia, passaram por ali! Não sei quem são, mas acho que gostaram da experiência!


As crianças pequenas também tem vez! Cadeirões prontos para serem usados.


Serviço:

Wendy´s: Avenida Presidente Juscelino Kubistchek, 1201 – Itaim Bibi
Estacionamento: conveniado ao lado (entrada pela rua Atilio Innocenti)
Wendy's Rua Funchal, 500 - Vila Olímpia
Horário de funcionamento (restaurante e café): das 7h a 24h noite, todos os dias
Horário de funcionamento do Drive Thru: das 11h às 24h, todos os dias
Meios de Pagamento: cartões de débito, de crédito, cartões de vale refeição e dinheiro


26 de jul de 2016

Por que tantas crianças estão ficando míopes

Hoje em dia é grande a movimentação de crianças nas clínicas oftalmológicas. Na maioria dos casos, a miopia é o problema mais recorrente entre os erros de refração.

Estudo realizado pelo National Eyes Institute, nos Estados Unidos, mostra que a prevalência de miopia aumentou de 25% para 42% entre os norte-americanos com idade entre 12 e 54 anos nas últimas três décadas. Apesar de não poderem apontar uma causa exata para isso, os médicos acreditam que o problema está relacionado com a fadiga ocular proveniente do uso de computador. Mas há que se levar em conta, também, a predisposição genética.


Computador e genética são principais responsáveis pela miopia nas crianças


Na opinião do oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (São Paulo), o estilo de vida das crianças de hoje em dia está muito relacionado, também, ao aumento dos casos de miopia.

“Principalmente nas famílias que habitam grandes cidades, as crianças lidam com tudo muito próximo a elas. Ou seja, ficam confinadas em espaços restritos, em que o computador está perto, a televisão está próxima, bem como videogames, smartphones, brinquedos etc. Essa falta de contato com espaços abertos, como parques e praias – em que naturalmente olham mais para longe, para o horizonte – acaba descompensando um pouco a visão”. 

A miopia ocorre quando o olho é muito grande ou a córnea é muito curva, fazendo com que os raios de luz sejam convergidos para um ponto anterior à retina. Ou seja, é necessária uma lente esférica ‘divergente’ para direcionar os raios de luz à retina e permitir que a pessoa enxergue bem as imagens.
“A miopia geralmente começa na infância. Apesar de os hábitos desempenharem um papel relevante no desenvolvimento da miopia, a doença tem um componente genético importante. Assim, o míope costuma fechar um pouco os olhos para tentar enxergar melhor quando não está usando óculos ou lentes. Essa é, inclusive, uma dica para os adultos prestarem atenção. Se a criança cerra a vista para ver melhor alguma coisa, tem algo de errado que deve ser investigado. Para a maioria das pessoas, ela se estabiliza no início da vida adulta, mas há casos em que a miopia continua aumentando ao longo do tempo”. 

Outras queixas referentes à miopia incluem dor de cabeça, sensação de cansaço nos olhos, irritação e vermelhidão ocular. “Não são poucas as crianças que verbalizam a necessidade ‘descansar’ um pouco os olhos antes de continuar a estudar ou até mesmo brincar”, diz o médico. “Quando o paciente é pequeno, os óculos são a melhor solução – já que não requerem grandes cuidados e são mais fáceis de a criança se adaptar. Já quando o paciente tem mais de 12 anos e demonstra ser capaz de tomar todos os cuidados diários que as lentes de contato exigem, essa é uma boa opção. Por fim, quando o médico oftalmologista percebe que houve uma acomodação no grau, a cirurgia refrativa é um ótimo recurso para o paciente se ver finalmente livre de óculos e lentes de contato. Hoje em dia o procedimento é rápido, praticamente indolor e a recuperação se dá em curto espaço de tempo”.

Prof. Dr. Renato Augusto Neves, médico oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, e autor do livro “Seus Olhos” (Editora CLA).

14 de jul de 2016

Meu filho é um Picky Eater?

A Mead Johnson Nutrition fez uma pesquisa para identificar o comportamento mais comum dos Picky Eaters e descobriram que a refeição que as crianças mais pulam é o café da manhã. Com relação aos alimentos, vegetais são os campeões de rejeição (75% das crianças não gostam deste tipo de alimento). Em seguida, vem os legumes (66%) e as leguminosas, como lentilha e feijão (30%).
Por outro lado, 96% das crianças seletivas comem massas e pães facilmente, produtos lácteos são queridos por 84% e arroz e batatas agradam ao paladar de 87%.

Picky Eaters é uma expressão usada para designar "comedores seletivos". São crianças que têm um comportamento alimentar que pode variar, excluir determinados grupos de alimentos como verduras e legumes, pular refeições, ou, simplesmente, comer muito pouco.
 Esse comportamento geralmente aparece em crianças de um a cinco anos e os motivos mais comuns são:

  • Desaceleração do crescimento, que gera diminuição do apetite;
  • Capacidade gástrica limitada;
  • Troca da dentição;
  • Hábitos familiares.

O comportamento dos Picky Eaters não causam doenças, mas podem acarretar em carências nutricionais importantes, por isso é recomendado buscar o auxílio profissional que algumas vezes pode envolver o Pediatra, Nutricionista e Psicólogo.

Resultado da Pesquisa Picky Eaters - Mead Johnson Nutrition

1- A refeição mais difícil para as crianças é o café da manhã

46% dos picky eaters pulam o café da manhã, 20% o almoço e 23% o jantar. A principal queixa das crianças para não quererem o café da manhã é não estarem com fome. Já no almoço, elas se queixam que não gostam da comida preparada (20%) e dos vegetais (16%). Os que são mais relutantes ao jantar, acabam consumindo outros alimentos em porções menores, como iogurtes e snacks industrializados (34%). 


Barreiras para comer bem
Café da manhã
  • Não gosta de comer pela manhã/acorda sem fome: 67% 
  • Acorda perto da hora do almoço e não quer comer: 9% 
  • Não tem fome: 8% 
  • Come outras coisas em porções pequenas (iogurtes, lanches industrializados): 3% 
  • Quando está brincando, não quer parar para comer: 3% 
  • Pais têm de forçar ou insistir para os filhos comerem: 3% 
  • Só come o que quer: 3% 
  • Quando está vendo desenhos, não quer parar para comer: 3% 
  • Quando chega a hora de ir para a escola, fica agitado e não come direito: 2% 

Almoço
  • Não gosta da comida/alimentos preparados: 20% 
  • Não gosta de vegetais: 16% 
  • Não tem fome: 11% 
  • Quando está brincando, não quer parar para comer: 11% 
  • Come outras coisas em porções pequenas: 10% 
  • Pais têm de forçar ou insistir para os filhos comerem: 9% 
  • Não gosta de feijão: 9% 
Jantar
  • Come outras coisas em porções pequenas: 34% 
  • Está com sono/Jantar é na mesma hora que costumam ir dormir: 14% 
  • Não tem fome: 13% 
  • Come na escola e chega em casa sem fome: 12% 
  • Prefere mamadeira/achocolatado/leite: 9% 
  • Pais têm de forçar ou insistir para os filhos comerem: 6%

2- Os alimentos mais rejeitados

Vegetais são os campeões de rejeição, com 75% dos picky eaters torcendo o nariz para eles. Em seguida, vem legumes (66%) e as leguminosas, como lentilha e feijão (30%).

Vegetais, legumes e leguminosas são mais difíceis de serem consumidos porque as crianças não gostam do sabor



Alimentos que as crianças têm dificuldade em comer

  • Vegetais (alface, espinafre): 75%
  • Legumes (cenoura, brócolis, berinjela): 66%
  • Leguminosas (feijão, lentilha, arroz): 30%
  • Derivados do milho: 23%
  • Frutas: 21%
  • Produtos de origem animal (frango, carne vermelha, peixe): 21%
  • Ovos: 15%
  • Aveia, arroz, batata: 13%
  • Laticínios (leite, iogurte, queijo): 9%
  • Farináceos (massas, pão, bolachas, bolos): 5%

Razões para não comer esses alimentos

Não gosta do tipo do alimento/Não gosta de jeito nenhum
  • Vegetais: 58%
  • Legumes: 57%
  • Fruta: 62%
  • Derivados do milho: 60%
  • Aveia, arroz, batata: 64%
  • Leguminosas: 62%
  • Produtos de origem animal: 58%
  • Ovos: 61% 
Acha ruim/não gosta do gosto
  • Vegetais: 55%
  • Legumes: 56%
  • Fruta: 47%
  • Derivados do milho: 55%
  • Aveia, arroz, batata: 50%
  • Leguminosas: 51%
  • Produtos de origem animal: 46%
  • Ovos: 45% 
Acha o gosto amargo
  • Vegetais: 16%
  • Legumes: 13%
  • Fruta: 10%
  • Derivados do milho: 7%
  • Aveia, arroz, batata: 8%
  • Leguminosas: 12%
  • Produtos de origem animal: 9%
  • Ovos: 13% 
Não consegue comer/Cospe a comida/Fica ansioso
  • Vegetais: 12%
  • Legumes: 14%
  • Fruta: 10%
  • Derivados do milho: 12%
  • Aveia, arroz, batata: 14%
  • Leguminosas: 12%
  • Produtos de origem animal: 18%
  • Ovos: 14% 

Dificuldade para mastigar/Não gosta de mastigar

  • Vegetais: 11%
  • Legumes: 11%
  • Fruta: 11%
  • Derivados do milho: 10%
  • Aveia, arroz, batata: 8%
  • Leguminosas: 13%
  • Produtos de origem animal: 22%
  • Ovos: 11%

3. Os mais amados

96% dos picky eaters comem massas e pães facilmente, produtos lácteos são queridos por 84% e arroz e batatas agradam ao paladar de 87%.


Alimentos que as crianças comem facilmente

  • Massas, pães: 96%
  • Laticínios: 94%
  • Aveia, arroz, batata: 87%
  • Ovos: 83%
  • Só come alimentos sem valor nutricional/lanches rápidos: 83%
  • Frutas: 79%
  • Frango, carne vermelha, peixe: 78%
  • Derivados do milho: 72%
  • Leguminosas: 71%
  • Legumes: 37%
  • Vegetais: 32%

Dicas para contornar o comportamento dos Picky Eaters

Veja algumas dicas dadas pelo nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, ao site Vila Mulher.
  • Evitar distração durante a refeição, desligue a televisão;
  • Nós comemos com os olhos, invista em pratos bonitos que possam despertar o apetite;
  • Limite a duração das refeições;
  • Ofereça alimentos adequados a cada idade;
  • Introduzir sempre alimentos novos;
  • Incentive a alimentação independente;
  • Ofereça frutas, verduras e legumes em todas as refeições;
  • Ofereça os mesmos alimentos com diferentes apresentações/texturas (cozido, frito, assado, etc);
  • Diminua a preparação das "comidas favoritas";
  • Sente a criança à mesa com os outros membros da família;
  • Para aquelas crianças que bebem muito leite, diminuir o volume e a frequência;
  • Limite o consumo de líquido durante a refeição. Água e suco devem ser oferecidos durante a refeição com cuidado;
  • Respeitar períodos de pouco apetite e preferências alimentares;
  • Oferecer pequenas quantidades de comida para não desencorajar a criança a comer;

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