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28 de jun de 2017

Dicas para não deixar a pele do bebê ressecar no inverno

A pele do bebê é muito sensível e pode sofre ressecamento na época do inverno. A hidratação da pelo do bebê nos dias frios é fundamental para evitar que esse ressecamento.  

Isso acontece porque a pele na primeira infância é dez vezes mais fina que a de um adulto e também ainda está passando por adaptações e desenvolvimento no ambiente fora da barriga da mamãe.


6 dicas para não deixar a pele do bebê ressecar no inverno


Dê banho morno e não quente – A água quente pode ressecar a pele do bebê, o ideal é que ela esteja entre 36 e 37 °C, mesmo em dias muito frios. Para evitar a friagem o ideal é manter o ambiente no qual o banho será dado aquecido.

Dê bastante líquido para o bebê – Assim como os adultos, os pequenos também precisam ingerir bastante líquido. A água ingerida é eliminada no suor, urina e respiração, por isso, é importante repor o líquido perdido para que o corpo não fique desidratado e a pele ressecada.

Proteja a pele do bebê das agressões climáticas – Não deixe o bebê exposto ao vento forte e ao sol. Quando a temperatura cai, o vento frio pode ressecar a pele e os lábios do pequeno. Abuse de gorros e luvas!

Mantenha o ar da casa úmido – Em regiões com o ar mais seco ou um ambiente ressecado pelo uso de aquecedores e ar condicionado, o ar pode ser umedecido com o uso de um umidificador de ar, toalhas molhadas penduradas ou um balde com água no ambiente, nesse último caso somente para bebê muito pequenos, pois há risco de afogamento.

Use óleo e hidratantes corporais para ajudar na hidratação – O óleo forma uma película protetora sobre a pele que impede a perda de água. Já o creme hidratante possui substâncias que penetram na pele, fato que garante a hidratação. Ambos precisam ser neutros e específicos para crianças. É recomendado aplica-los até três minutos após o banho para não reduzir o efeito hidratante.

Use produto neutro, específico para bebês – Suaves e com aromas sutis, os sabonetes líquidos têm uma composição ideal para a pele do bebê. Eles podem ser usados sempre, até por crianças maiores em casos de sujeira em pouca quantidade. Depois dos seis meses de idade, um shampoo feito com substâncias recomendadas para os fios é o suficiente e ajuda o não ressecamento da pele e o couro cabeludo da criança.

Via: Alô Bebê

14 de jun de 2017

A importância do odontopediatra na vida de uma criança


A Odontopediatria vem ganhando cada vez mais importância num cenário em que, aos 12 anos, mais da metade dos brasileiros tem uma ou mais lesões de cárie. Ao longo do tempo, inclusive, houve toda uma transformação do papel do odontopediatra. Muito mais do que um cirurgião-dentista “com jeito para lidar com crianças”, trata-se de um profissional que tem sob sua responsabilidade, em grande parte, todo o desenvolver de um comportamento que poderá resultar em um adulto com dentes saudáveis.

Os cuidados com a dentição infantil começam ainda na gestação. Cabe ao odontopediatra orientar as mamães sobre o que podem fazer – desde incorporar novas rotinas de higiene e alimentação, até mudar determinados hábitos nocivos à dentição das crianças – para que seus filhos nasçam com tendência a formar dentes fortes e saudáveis. A periodontite (inflamação na gengiva), por exemplo, vem sendo associada ao nascimento de prematuros e a recém-nascidos com baixo peso. Sendo assim, tudo começa já nos cuidados com a gestante.



Ainda há muitos pais, infelizmente, que também desconhecem a importância de tratar da saúde bucal da criança desde seu nascimento. Consideram que dente de leite não tem importância porque vai cair mesmo e que a preocupação em levar o pequeno ao cirurgião-dentista começa por volta dos oito a dez anos. Mas isso é um grande engano. Hoje, o odontopediatra tem uma nova perspectiva sobre a primeira dentição. Ao cuidar desde cedo dos dentes da criança, estimulando-a à correta higienização já nos primeiros anos de vida, também está prospectando um futuro mais saudável para essa pessoa.

Vale dizer que existe consenso em preservar o máximo possível os dentes decíduos (primeira dentição) para evitar uma série de problemas, como: desalinhamento resultante da extração precoce de um dente de leite; lesões de cárie que avançam nos dentes permanentes quando não tratadas logo na dentição provisória; infecções; problemas que resultarão na necessidade futura de um tratamento ortodôntico etc. Além do aspecto preventivo, tratar os dentes desde a primeira infância possibilita eliminar um dos grandes obstáculos que encontramos ainda hoje: muito adulto tem “medo de dentista”.

Quando a criança se acostuma a frequentar desde cedo o consultório odontológico, incorpora isso naturalmente à sua rotina e passa a tratar o cirurgião-dentista como os demais profissionais de saúde, a exemplo do pediatra. Mais do que isso, crianças acostumadas desde cedo a cuidar da saúde bucal tratam a todos como amigos, desenvolvendo uma saudável relação de confiança. Afinal, há toda uma preocupação por parte dos odontopediatras em receber essas crianças de forma lúdica e acolhedora. Oferecer um ambiente colorido, livros e brinquedos para diferentes idades é uma delicadeza que mostra ao público infantil o quanto ele é importante e contribui para deixar as crianças mais à vontade, mais calmas para compreender o porquê dos procedimentos clínicos.

Ao transformar os cuidados com a saúde bucal numa experiência agradável para a criança, o odontopediatra contribui para que ela cresça cuidando bem dos dentes e se alimente corretamente – o que resultará num adulto com boa saúde bucal, com baixa incidência de cárie e outros problemas resultantes da falta de cuidados e escovação apropriada. Uma das primeiras medidas é advertir os pais de que a criança jamais deve ser colocada para dormir com a mamadeira no berço ou na cama. Apesar de parecer familiar para a maioria das pessoas, isso está errado. Seja a fórmula que for, ou ainda um suco, se a criança não higienizar a boca logo depois de mamar, o acúmulo de açúcar contribuirá muito para o aumento de bactérias nocivas na cavidade bucal, levando à formação de lesões de cárie mesmo nos dentes decíduos.

Até mesmo por isso, os odontopediatras costumam avaliar os hábitos alimentares da família e da criança. Por exemplo, alguns pais costumam colocar achocolatados e sucos de caixinha nas lancheiras, mas precisam ser advertidos de que também esses líquidos são prejudiciais à saúde bucal. Da mesma forma que o açúcar presente em doces, pães e bolachas, o açúcar dessas bebidas se transforma em ácido e ataca o esmalte dos dentes, provocando cárie e até mesmo inflamações. Grosso modo, os mesmos cuidados que os pais têm para proporcionar uma alimentação mais saudável a seus filhos e evitar a obesidade infantil – que aumenta de modo alarmante no Brasil, superando problemas como a desnutrição – contribuem para que os menores desenvolvam dentes mais saudáveis e um sorriso bonito.

Finalmente, ensinar crianças e adultos a escovar corretamente os dentes, pelo tempo mínimo necessário para promover uma limpeza ideal da boca, também é papel do odontopediatra – que, com paciência e gentileza, costuma reforçar essa mensagem a cada consulta. Até que a criança atinja três anos, os pais serão orientados sobre a melhor forma possível de promover essa higienização/escovação. Mas, como a coordenação motora é desenvolvida aos poucos, caberá aos pais supervisionar os rituais de limpeza bucal de seus filhos até que completem 10 ou 11 anos. Isto não quer dizer que, depois disso, poderão eliminar a preocupação com a saúde bucal de seus filhos. Ainda caberá aos pais checar o bom estado das escovas de dente, agendar consulta com o cirurgião-dentista para aplicação do selante e vigiar os hábitos de seus filhos.

Ao menor sinal de ranger de dentes, estalar de mandíbula ou permanecer tempo demais com a boca aberta, vale a pena buscar ajuda especializada. Como as crianças costumam adquirir os mesmos hábitos que os adultos, seu comportamento deve ser constantemente avaliado pelo odontopediatra para checar se o excesso de preocupação e estresse não está impactando a formação e saúde dos dentes. Enfim, esse profissional deverá fazer um acompanhamento bastante personalizado até que essa criança se transforme em adulto – de preferência, com um sorriso saudável e bonito.

Por Sandra Kalil
Professora do curso de pós-graduação em Odontopediatria da FAOA – Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas).


7 de jun de 2017

Brincadeiras para Dia de Chuva: Feijão Ímpar

Feijão ímpar é uma brincadeira para dia de chuva, perfeita. Trata-se de um jogo mental de adivinhação, que não exige espaço, nem equipamentos e vai divertir as crianças por um bom tempo.

É uma excelente oportunidade para treinar o conhecimento das crianças em relação à números pares e ímpares.


Feijão Ímpar

Idade: 6 a 10 anos

Jogadores: 2 ou mais

Objetivo: Adivinhar o número de feijões na mão do jogador adversário para conseguir o maior número de feijões.

Material: 12 feijões crus e um saquinho de papel, para cada jogador.

Jogando...

Cada jogador recebe um saquinho contento 12 feijões crus (o saquinho não deve ser transparente).
Define-se a ordem que cada um irá jogar e senta-se um uma roda. Leia aqui sugestões de pré-jogo.

O primeiro jogador pega no seu saquinho um determinado número de feijões (não vale ser zero!). O segundo jogador tenta adivinhar quantos feijões foram pegos. Se acertar fica com os feijões, se errar dá ao primeiro jogador, o mesmo número de feijões.

Então, o segundo jogador repete o processo perguntando ao terceiro e assim sucessivamente. 

Quem ficar sem feijões fica fora do jogo. 

Ganha quem ficar com todos os feijões.


29 de mai de 2017

Brinquedos que ajudam o desenvolvimento infantil.

Desde sempre sou fã de brinquedos que permitem à criança usar e abusar da criatividade. Massinhas, brinquedos de montar, brinquedos de encaixar estão entre os meus preferidos.

Na década de 1990 fui morar no exterior e viajei durante 24 horas com meu filho que na época tinha dois anos e nove meses, levei na bagem de mão um kit com massinha e nos divertimos bastante, sem perceber o tempo da viagem.

Brinquedos que ajudam o desenvolvimento infantil.

Estimular a criança em seus primeiros anos de vida e aproveitar a fase do amadurecimento cognitivo é uma atitude muito importante que auxilia na evolução do processo criativo dos pequenos. Além disso, incentivar esses estímulos nessa fase é muito importante para o desenvolvimento da imaginação e faz com que a criança viva mais experiências de aprendizado.

Isso ocorre porque, quando pequena, a criança tem ampla capacidade de imaginar e deduzir situações e, com isso, aprende a desenvolver habilidades de múltiplas competências, que envolvem raciocínio, lógica e inteligência.

Nesse contexto, as brincadeiras manuais são as que mais possibilitam a interação e a compreensão infantil, pois, em geral, estimulam a imaginação da criança proporcionando completo aprendizado e um entendimento maior em relação ao mundo.

Selecionei alguns brinquedos que estimulam a criatividade e ajudam no desenvolvimento infantil.

Hello Donnuts Massinha

Divirta-se com as Rosquinhas da Hello Kitty com 1 pote de 80g, 3 sachês de 35g de massinha, acessórios e moldes. A partir de 3 anos.

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Bunchems Kit Maleta de Viagem


Bolinhas super coloridas para conectar e criar tudo o que puder imaginar. Crie animais, veículos, casas e qualquer tipo de objeto, basta encostar uma bolinha na outra que elas se unem. Itens Inclusos: 1 Maleta e Bunchems. Recomendado para crianças maiores de 5 anos de idade Não recomendável para menores de 3 anos por conter peças pequenas que podem ser engolidas.

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Skwooshi Rolo Modelador

Massinha Skwooshi Rolo Modelador - Sunny Skwooshi é uma nova maneira de brincar de massinha. É uma massinha que estica e volta, não seca, não suja e não gruda. As crianças não vão conseguir parar de brincar. Não contem glúten nem trigo. Set com 1 rolo modelador grande e 3 rolos padrão. São 2 potes de 56, 7g. você pode criar diferentes desenhos e formas.

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Playset Galinha Pintadinha


Divirta-se com o Playset da Galinha Pintadinha que contém 24 potes de massinha com 18g cada, e ainda conta com 2 moldes vazados para modelagem e 1 molde bipartido em 3D da Galinha Pintadinha. A tampa do balde onde guardamos todos os pertences possui um molde também!

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11 de abr de 2017

DPAC pode ser a causa de falta de concentração e hiperatividade

Falta de concentração, desinteresse, hiperatividade, baixo rendimento escolar e isolamento social são comportamentos verificados em muitas crianças e que podem levar a diagnósticos de Dislexia ou de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). O que muitas pessoas desconhecem é que esses sintomas podem também ser consequência de um outro tipo de distúrbio, ainda não muito divulgado e que pode estar afetando milhares de brasileiros sem que eles ao menos saibam.



Trata-se da Desordem do Processamento Auditivo Central, ou DPAC, um problema auditivo reconhecido pela medicina há apenas 15 anos e por isso ainda pouco diagnosticado pelos médicos. O transtorno afeta a capacidade de compreensão dos sons e pode prejudicar o desenvolvimento intelectual desde a infância. A criança ouve normalmente, mas não consegue interpretar o que ouve. É como se as palavras e demais sons fossem apenas ruídos.

“A criança ou adolescente com DPAC não consegue discriminar os sons quanto à sua localização e amplitude e não reconhece ou não compreende o significado de cada ruído presente no ambiente. Com isso, o mundo se transforma em uma incômoda confusão de barulhos desconexos e embaralhados”, explica Marcela Vidal, fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas.

De acordo com neurologistas, todo o esforço de quem tem o distúrbio para entender o que acontece ao redor é demasiado para o cérebro. Chega uma hora que ele não resiste e “desliga”. Por isso, as pessoas com do DPAC são sempre muito distraídas e perdem o foco de atenção muito rápido sobre o que está acontecendo no ambiente. A fala e a leitura também são prejudicadas, uma vez que o processo de linguagem se desenvolve ao mesmo tempo em que o da audição. Com isso, a criança pode não aprender a falar nem a ler bem, uma vez que é necessário associar as palavras ao som que elas têm.

"Em condições normais, localizar o som é entender a sua origem, direção e distância; é perceber o que é o badalar do sino da igreja, a buzina de um carro. Logo, ter uma boa audição e ouvir bem nem sempre é o suficiente para compreender os sons e como esses sons são processados no cérebro", explica a fonoaudióloga da Telex.

O diagnóstico é dado geralmente na fase de alfabetização da criança, uma vez que o aluno começa a apresentar dificuldade de memória de curto prazo; falta de entendimento; pouca concentração e incapacidade de leitura e escrita. Muitos são diagnosticados de forma incorreta. Porém, o que acontece é que eles ouvem claramente a voz do professor, mas têm dificuldade em entender o que ele fala ou mesmo interpretar textos e compreender o enunciado de problemas, atropelando as palavras, fazendo com que a alfabetização não seja bem-sucedida. A boa notícia é que o problema pode ser contornado.

“É de extrema importância que o diagnóstico seja efetuado o quanto antes para que as dificuldades no aprendizado sejam superadas mais facilmente. O cérebro humano tem, principalmente durante a infância, uma grande flexibilidade. Com o tratamento fonoaudiológico e o apoio de uma equipe pedagógica adequada desde cedo, a criança tem grandes chances de obter um ótimo desempenho escolar, pois seu cérebro estará sendo treinado a desenvolver mecanismos diferentes e rotas alternativas para driblar o distúrbio”, diz a fonoaudióloga, que é especialista na área de Audiologia infantil.

Não se sabe ao certo como a DPAC surge, mas acredita-se que a falta de estímulos sonoros durante a infância seja uma das causas. As estruturas do cérebro que interpretam e hierarquizam os sons se desenvolvem até os 13 anos. Até essa idade, as notas musicais, as palavras e os barulhos do dia a dia vão lentamente ensinando o cérebro a lidar com a audição. Alguns pesquisadores destacam que crianças com lesões ou inflamações frequentes no ouvido médio podem desenvolver o transtorno, uma vez que tais enfermidades impedem o cérebro de receber adequadamente estímulos sonoros. Doenças neurodegenerativas, rubéola, sífilis e toxoplasmose ou mesmo alcoolismo e dependência química materna também podem causar o distúrbio. Porém, nada ainda foi comprovado cientificamente.

O diagnóstico da Desordem do Processamento Auditivo Central é consolidado por um fonoaudiólogo por meio de testes especiais que descartam outros problemas. “Na maior parte dos casos, o sistema auditivo periférico (tímpano, ossículos, cóclea e nervo auditivo) está totalmente preservado. Por isso são realizados procedimentos um pouco mais elaborados do que as análises audiométricas comuns. É preciso avaliar o desenvolvimento linguístico e o comportamento auditivo, por exemplo. A idade mínima adequada para efetuar tal estudo é a partir dos sete anos de idade. Os exames apontarão em quais habilidades auditivas a criança tem maior dificuldade e isso servirá de orientação para a escolha do plano de tratamento no que diz respeito ao treinamento auditivo que o fonoaudiólogo conduzirá com a criança, em um trabalho terapêutico de médio a longo prazo” explica Marcella Vidal.

A tecnologia também vem ajudando a criança com Desordem de Processamento Auditivo. O Sistema de Frequência Modulada (FM), conhecido como FM Amigo, permite a comunicação direta de pais e professores com crianças e jovens que apresentam dificuldades auditivas, mesmo aqueles sem perda auditiva periférica, que é o caso da DPAC. Para esses casos, o Kit FM disponível nas lojas da Telex Soluções Auditivas é composto pelo transmissor Amigo T31 e o exclusivo receptor Amigo Star. O sistema funciona fazendo com que a voz da pessoa que está com o transmissor (microfone) seja amplificada e transmitida diretamente para receptor Amigo Star que está na orelha da criança, sem reverberação ou ruído de fundo, mantendo o sinal da fala original, alto e claro. Isso faz com que a criança volte sua atenção mais facilmente para o que está sendo explicado em sala de aula, sem esforço de escuta.

Dicas para pais e professores de crianças com DPAC:


- Ambientes barulhentos prejudicam ainda mais a concentração das crianças com DPAC; por isso é preciso manter o silêncio na hora do estudo, tanto na escola quanto em casa;

- É aconselhável que na escola a criança se sente o mais perto possível do professor e fique afastada de portas e janelas, a fim de ficar mais protegida de ruídos;

- Deve-se procurar falar de forma clara e pausada, de frente para a criança e, sempre que possível, fornecer as instruções e atividades bem próximo a ela;

- A criança deve ser incentivada pelos pais e professores no esforço de aprendizagem, para melhorar nos estudos e aumentar a sua autoestima;

- Muitas vezes tecnologias como o uso do FM Amigo é uma das soluções que irá dar suporte para a criança em sala de aula.

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